Ex-presidente é alvo de busca e apreensão, tem tornozeleira eletrônica imposta e é proibido de usar redes sociais e falar com o próprio filho. Para muitos, o Brasil caminha para uma ditadura.

Redação | Arnon Lustosa – 18 de julho de 2025
Na manhã desta quinta-feira (18), o Brasil foi surpreendido com mais um capítulo dramático da crescente judicialização da política: a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na casa do ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília, por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Além disso, foi determinada a aplicação de tornozeleira eletrônica ao ex-chefe do Executivo, além de medidas que o proíbem de acessar redes sociais, sair de casa durante a noite e até mesmo de manter contato com seu próprio filho, o deputado Eduardo Bolsonaro, e outros aliados.
As medidas provocaram revolta entre apoiadores do ex-presidente, que veem nas decisões do STF uma perseguição política escancarada. O episódio reforça a percepção de que a democracia brasileira está em risco, com desequilíbrio entre os Poderes e o avanço de uma agenda autoritária por parte da esquerda.

Na mesma semana, o presidente Lula, em discurso oficial, afirmou que “não há interferência política nas decisões da Justiça”. A declaração foi criticada, pois há poucos dias o próprio presidente pediu ao STF que anulasse a decisão soberana do Congresso Nacional sobre a redução do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). O pedido foi acatado, e o imposto acabou aumentado por decisão judicial, sem passar por debate legislativo.
Para muitos analistas de direita, o que está em curso é a desconstrução do processo democrático brasileiro, onde decisões judiciais vêm sendo usadas para suprimir adversários políticos e calar vozes dissidentes.
“O Brasil caminha a passos largos para uma ditadura. Se o Congresso Nacional não se manifestar, nós iremos perder o país. Precisamos fortalecer a direita e manter o povo unido”, afirmou Arnon Lustosa, comentarista político, vereador por Redenção-PA.
⚠️ Censura, perseguição e autoritarismo: o que mais falta acontecer?
A operação desta quinta-feira gerou forte mobilização nas redes sociais. Parlamentares de oposição, juristas e lideranças conservadoras se manifestaram contra o que chamam de “escalada ditatorial do Judiciário”.
O alerta é claro: sem equilíbrio entre os Poderes e respeito ao processo legal, o Brasil corre o risco de mergulhar em uma crise institucional sem precedentes.
📢 A luta pela liberdade continua. Em 2026, o povo terá a chance de mudar esse cenário nas urnas.
Mais do que nunca, é hora de união, resistência e coragem.
